sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

A misão Africa






A Missão África para Cristo nasceu em janeiro de 1997 sob a liderança do pastor Lucky Erhaighewu com propósito de organizar cruzadas evangelísticas, implantar igrejas, trabalhar com crianças, adotar missionários nativos, manter intercâmbio com pastores brasileiros e promover estudos de administração eclesiásticas aos obreiros africanos.
Começou na Nigéria, um país localizado ao centro oeste do Continente Africano, com uma população de aproximadamente 130 milhões de habitantes. A língua oficial é o inglês com vários dialetos Africanos.
A maioria da população é de muçulmanos que, muitas vezes, matam pastores e missionários que eles consideram ameaças a sua religião. As dificuldades são inúmeras, mas o Senhor tem proporcionado grandes vitórias.
Hoje, a missão tem desenvolvido um trabalho abençoado na cidade de Benin, no estado de Edo onde adotamos quatro jovens e três casais de missionários, todos nigerianos trabalhando em tempo integral na obra. No momento, contamos com duas igrejas estabelecidas, com mais de 300 pessoas (diz o Pr. Lucky).
Foi implantada a Escola Bíblica para crianças, que acontece duas vezes na semana com o objetivo de alcançar suas famílias, que, na sua maioria, são compostas de feiticeiros e macumbeiros.
No início, as crianças participavam e voltavam para suas casas com fome; em pouco tempo, elas começaram a se ausentar porque a escola estava parecendo com a do governo onde elas passam seis horas sem comer nada. Na Nigéria, não existe merenda escolar, e muitas delas vão e voltam com fome.
Diz o Pr. Lucky: “Oramos a Deus e o Senhor nos orientou a fazermos a ESCOLA BÍBLICA COM LANCHE, onde as crianças estudam a palavra de Deus e depois lancham antes de retornarem para suas casas.”
O resultado tem sido surpreendente com o crescimento do número de crianças. Muitos pais que não deixavam os filhos irem à igreja vão levá-los pessoalmente, porque sabem que tem lanche depois da aula. Que benção!

O pedido das crianças:

“Pr. Lucky queremos uma oportunidade para apresentar louvores em agradecimento ao Senhor Jesus Cristo pela salvação e privilegio de estarmos aqui hoje”.
Ao ouvir este pedido feito pelas crianças em uma das nossas igrejas, no culto de ação de graças, os meus olhos se encheram de lágrimas por saber que, em sua maioria, são filhos de macumbeiros, feiticeiros e muçulmanos, agora, querem prestar agradecimentos ao Senhor dos senhores. Alegrei-me muito ao constatar que estas crianças tornaram-se canais de bênçãos, para seus pais e familiares que jamais aceitaram convite de outras pessoas para participarem de um culto. Este episódio me deixou mais convicto, de que vale a pena investir no ministério de crianças. (Pr. Lucky)
Para cada criança receber oito lanches por mês, custa R$ 20,00.
Você pode adotar mais de uma criança ou contribuir mensalmente com o valor que Deus colocar no seu coração.
Estaremos lhe enviando boletins e fotografias sobre o andamento do trabalho.
Que Deus continue te abençoando e realizando o desejo do seu coração. Salmos 37:4.

Pr. Lucky, Missionária Joelí juntamente com Miss. Moses e família após a posse.

Famílias obedecendo o ide de Jesus
Ide por todo mundo e pregai o evangelho a toda criatura. (Marcos 16:15)

Após aceitar Jesus Cristo como meu salvador aos 15 anos de idade, recebi do Senhor a incumbência de levar a Sua Palavra para várias nações. Esta promessa começou a ser cumprida com a minha vinda ao Brasil, em fevereiro de 1992, para dar continuidade ao trabalho missionário que havia começando em 1989 num povoado chamado Umunede quando ainda vivia na Nigéria.
Chegando no Brasil, passei dois anos no seminário aperfeiçoando os meus conhecimentos e outros dois anos viajando por este país, aprendendo com os irmãos.
Em 1996, voltei para Nigéria, com o firme propósito de anunciar a mensagem do reino de Deus nas cidades e aldeias, juntamente com minha esposa, com quem havia casado no ano anterior.
Na chegada, minha esposa teve muitas dificuldades de adaptar-se aos nossos costumes e modo de viver que era completamente diferente do que ela conhecia, principalmente no que se refere à alimentação e idioma.
Começamos a viajar pelo interior, evangelizando e levando ajuda para alguns missionários nativos que estavam sem mantenedores.
Logo após, Deus nos possibilitou a abertura de um trabalho fixo na cidade de Benin, algum tempo depois adotamos o primeiro missionário nativo (Moses Chijiokwu) para nos auxiliar no desafio de levar a palavra do Senhor aos corações sedentos.

Delegando autoridade

No momento em que passava a direção administrativa do trabalho na Nigéria para o missionário Moses Chijiokwu, meu auxiliar ao longo destes anos, lembrava como o trabalho foi iniciado, as dificuldades, com a falta de recursos e perseguições sofridas, por estarmos invadindo o território do inimigo para libertar os cativos através da palavra. Apesar das situações adversas, persistimos em continuar a luta, pois a vitória só acontece se caminharmos pela fé, não importando a fúria do adversário, pois'o choro pode durar uma noite, mais a alegria vem pela manhã'.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2008



O Papa Bento XVI presidiu na manhã de ontem, na paróquia de Santo Tomás de Villanova, em Castelgandolfo, a Santa Missa por ocasião da solenidade da Assunção de Nossa Senhora, que no Brasil celebraremos neste domingo.

"Diante do triste espetáculo de tantas falsas alegrias e de tanta dor que se difunde no mundo, devemos aprender com Maria a tornar-nos sinais de esperança e de consolação, devemos anunciar com a nossa vida a ressurreição de Cristo": com essas palavras o Santo Padre concluiu sua homilia. Em seguida, ao meio-dia, o Pontífice conduziu a oração do Ângelus no pátio interno da residência apostólica de Castelgandolfo.

Mais antiga festa mariana

O Papa falou do evento "único e extraordinário" da Assunção de Maria ao céu, em corpo e alma, "sinal de segura esperança e consolação" para todos nós. "A mais antiga festa mariana, ressaltou, é uma ocasião para ascender com Maria às alturas do espírito. Onde se respira o ar puro da vida sobrenatural e se contempla a beleza mais autêntica, que é a santidade".

"A festa de hoje nos impele a elevar os olhos para o céu. E não um céu feito de idéias abstratas, tampouco um céu imaginário criado pela arte, mas o céu da verdadeira realidade, que é o próprio Deus: Deus é o céu. Ele é a nossa meta, a meta e a morada eterna da qual somos provenientes e à qual tendemos."

Quando Maria adormeceu neste mundo para despertar no céu, explicou o Santo Padre, simplesmente seguiu pela última vez o Filho Jesus em sua viagem mais longa e decisiva:

"Como Ele, junto com Ele, ela partiu desse mundo para voltar para a casa do Pai. E tudo isso não está distante de nós, como pode parecer num primeiro momento, porque todos nós somos filhos do Deus Pai, todos nós somos irmãos de Jesus e todos nós somos também filhos de Maria, nossa Mãe. E todos somos propensos à felicidade. E a felicidade à qual todos nós tendemos é Deus, assim todos nós estamos a caminho rumo a essa felicidade, que chamamos céu, que é Deus".

Maria, Porta do céu

Bento XVI pediu à Virgem que nos ajude a fazer de modo que todo momento da nossa existência seja um passo neste caminho rumo a Deus, rumo àquela transformação "que concerne a todo ser humano e ao cosmo inteiro":

"Aquela de quem Deus tomou a sua carne e cuja alma fora traspassada por uma espada no Calvário se encontrou por primeiro e de modo singular associada ao mistério dessa transformação, à qual tendemos todos nós, também nós muitas vezes traspassados pelas espadas do sofrimento deste mundo. A nova Eva seguiu o novo Adão no sofrimento, na Paixão e assim também na alegria definitiva. Cristo é a primícia, mas a Sua carne é inseparável da carne de Maria, e nela toda a humanidade está envolvida na Assunção rumo a Deus."

Trata-se de uma transformação que envolve toda a criação porque nascerão novos céus e uma nova terra, "na qual não mais existirá nem pranto, nem lamento, porque a morte não mais existirá":

"Que grande mistério de amor é hoje reproposto à nossa contemplação! Cristo venceu a morte com a onipotência de Seu amor e somente o amor é onipotente e esse Seu amor o impeliu a morrer por nós e assim vencer a morte. Sim, somente o amor faz entrar no reino da vida! E Maria entrou nesse reino após seu Filho, associada à Sua glória, após se ter associada à Sua paixão. Entrou com um ímpeto tal mantendo aberto após a sua passagem o caminho para todos nós. E por isso hoje a invocamos: Porta do céu, Rainha dos anjos e Refúgio dos pecadores. Não são certamente os raciocínios que nos farão entender essas realidades tão sublimes, mas simplesmente a fé simples, e o silêncio da oração que infinitamente nos supera e nos ajuda a falar com Deus e a sentir que o Senhor fala ao nosso coração".

Dimensão do finito e infinito

A fé de Maria, ressaltou o Papa, nos faz viver nessa dimensão entre finito e infinito, transformando também o sentido do tempo: e graças a essa fé sentimos "que a nossa vida não está atrelada ao passado, mas atraída rumo ao futuro, rumo a Deus onde Cristo nos precedeu e, após Ele, Maria":

"Olhando para a Assunta ao céu compreendemos melhor que a nossa vida de todos os dias, mesmo marcada por provas e dificuldades, escorre como um rio rumo ao oceano divino, rumo à plenitude da alegria e da paz. Compreendemos que o nosso morrer não é o fim, mas a entrada na vida que não conhece a morte. O nosso ocaso no horizonte deste mundo é um ressurgir na aurora de um mundo novo, do dia eterno".

Em seguida, o Pontífice pediu a Maria que nos acompanhe "na fadiga do nosso viver e morrer cotidiano", nos mantendo "constantemente orientados rumo à verdadeira pátria da beatitude":

"Diante do triste espetáculo de tanta falsa alegria e, ao mesmo tempo, de tanta angustiada dor que se difunde no mundo, devemos aprender dEla a tornar-nos sinais de esperança e de consolação, devemos anunciar com a nossa vida a ressurreição de Cristo."

Ângelus

Depois, no Ângelus, o Papa recordou que "do Paraíso Nossa Senhora continua velando sempre, especialmente nas horas difíceis da provação, sobre seus filhos, que Jesus mesmo lhe confiou antes de morrer na cruz":

"Quantos testemunhos dessa sua materna solicitude se encontram visitando os Santuários a ela dedicados! Penso neste momento especialmente na singular cidadezinha mundial da vida e da esperança que é Lourdes, onde, se Deus quiser, estarei daqui a um mês, para celebrar os 150 anos das aparições marianas ali ocorridas."

"Maria Assunta ao céu, concluiu, nos indica a meta última da nossa peregrinação terrestre":

"Recorda-nos que todo o nosso ser, espírito, alma e corpo, é destinado à plenitude da vida; que quem vive e morre no amor a Deus e ao próximo será transfigurado à imagem do corpo glorioso de Cristo ressuscitado; que o Senhor dispersa os soberbos e exalta os humildes (cfr Lc 1, 51-52). Maria proclama isso eternamente com o mistério da sua Assunção. Que vós sejais sempre louvada, ó Virgem Maria! Rogai ao Senhor por nós."

O Santo Padre concedeu a todos a sua bênção sua apostólica.

Autor: Canção Nova


“Sem os leigos a Igreja não realiza sua missão”. A afirmação é do arcebispo de Aparecida e presidente do Conselho Episcopal Latino-americano, dom Raymundo Damasceno Assis. “[Para a missão] são necessários os leigos, mas também os sacerdotes e os religiosos. É uma ação conjunta da Igreja”, completa o arcebispo que olha com otimismo a realização do 3º Congresso Americano Missionário e 8º Congresso Missionário Latino-amerincano (CAM3-Comla8).

No próximo domingo, no encerramento do Congresso, que se realiza em Quito (Equador) desde o dia 12, dom Damasceno lançará, oficialmente, a Missão Continental, uma proposta aprovada pela Conferência dos Bispos da América Latina e Caribe realizada no ano passado em Aparecida (SP).

Em entrevista exclusiva para o site da CNBB, o arcebispo explica o que o Celam está produzindo para a Missão Continental e qual o papel da Igreja do Brasil neste novo projeto da Igreja latino-americana e caribenha.


1. Qual a novidade apresentada pelo 3º Congresso Americano Missionário e 8º Congresso Missionário Latino-americano?

Dom Damasceno - Os congressos missionários são um momento forte de reavivar em todos os participantes a consciência missionária, que é uma dimensão essencial da Igreja. Os participantes são sacerdotes, religiosas e leigos que atuam em suas respectivas Conferências Episcopais e dioceses. Eles serão os grandes multiplicadores dos frutos deste Congresso que está transcorrendo num clima de muita cordialidade e alegria. Levarão, sobretudo, o entusiasmo e o desejo de implementar a Missão Continental. Procurarão impregnar a vida de cada batizado e as estruturas de nossa Igreja deste espírito missionário para que nossas comunidades sejam missionárias e saiam ao encontro dos mais afastados, dos mais esquecidos, dos abandonados e dos que precisam de nossa solidariedade e da mensagem do evangelho, que é vida para todos e vida em abundância.

2. No próximo domingo, no encerramento do CAM3-Comla8, o senhor abrirá oficialmente a Missão Continental, uma proposta assumida na Conferência de Aparecida. O que o Celam está oferecendo às Conferências Episcopais para a realização desta Missão?

Dom Damasceno - O Celam fez uma pequena proposta sobre a Missão Continental, contendo seus objetivos, seus conteúdos e alguns elementos comuns que devem caracterizar esta missão na América Latina e Caribe. Nossa proposta já chegou a todas as Conferencias Episcopais. No Brasil, por exemplo, a CNBB está elaborando um projeto de evangelização à luz desta proposta do Celam, e assim todas as demais Conferências. Além disso, vamos produzir uma série de subsídios para aprofundar os conteúdos da Conferência de Aparecida e ajudar a realização da Missão Continental cujos protagonistas são as dioceses e as paróquias. Um jovem, dando testemunho sobre a missão que se realiza no Chile, dizia que sem os leigos a missão não vai funcionar. É verdade. Sem os leigos a Igreja não realiza sua missão. São necessários os leigos, mas também os sacerdotes e os religiosos. É uma ação conjunta da Igreja. O Celam vai continuar produzindo subsídios, realizando encontros, seja em sua sede, em Bogotá, ou quando convidado nas diversos países para dar a ajuda que cada Conferência necessitar e solicitar.

3. O Brasil foi sede da Conferência de Aparecida que decidiu pela realização da Missão Continental. A Igreja do Brasil se destaca pela sua organização e atuação pastoral. Que responsabilidades o senhor atribui à Igreja do Brasil em relação à Missão Continental?

Dom Damasceno - Na aplicação das conclusões da Conferência de Aparecida, o Brasil tem uma responsabilidade talvez maior do que os demais países por termos sido sede da Conferência, por termos recebido o Santo Padre e também por sermos um país maior geográfica e populacionalmente, com uma Conferência Episcopal maior em número de dioceses, provavelmente perdendo em número de bispos somente para Itália. Todos os países olham para o Brasil e recebem influência dele. Queremos que esta influência seja cada vez mais benéfica para colaborar com as Conferências Episcopais da América Latina e Caribe e na missão evangelizadora de modo geral.

4. Que avaliação o senhor faz da conferência proferida por dom Erwin Kräutler neste Congresso?

Dom Damasceno - Dom Erwin falou da missão mais universal da Igreja e nos mostrou a riqueza do conceito de evangelização que é multiforme e abrange tantas realidades. Ele mostrou que Jesus veio trazer uma salvação integral, não só nos remir do pecado, mas dizer que a vida da graça deve se desenvolver em todos os demais âmbitos – no âmbito da família, do trabalho, da cultura - de uma maneira digna como convém a todos os filhos de Deus. É uma salvação que deve nos libertar dos pecados sociais que levam a sociedade a se organizar de modo a não considerar a vida em sua dignidade, o respeito aos direitos humanos e a partilha dos bens da criação. A sociedade é muito excludente. Há uma concentração de renda e, no nosso trabalho de evangelização, temos que levar esta mensagem de salvação mais integral que atinge o homem todo, não só na sua dimensão espiritual, mas também material. É nisso que dom Erwin quis insistir e calcar sua conferência.
Autor: CNBB

sábado, 20 de dezembro de 2008

Somos todos chamados a santidade




Lendo o Catecismo da Igreja Católica, vemos no parágrafo 375 uma afirmação muito interessante:

Interpretando de maneira autêntica o simbolismo da linguagem bíblica à luz do Novo Testamento e da Tradição, a Igreja ensina que nossos primeiros pais, Adão e Eva, foram constituídos em um estado “de santidade e de justiça original”. Esta graça da santidade original era uma participação da vida divina. (CIC§375)

A justiça original, ou seja a primeira justiça a qual o homem deveria se submeter era uma justiça muito diferente da qual hoje nós seres humanos nos submetemos (tanto da justiça dos homens, como até mesmo da própria justiça divina). O homem por ter sido constituido em estado de santidade, ou seja sem pecado algum, não merecia castigos ou penas. Por não ter pecado algum, o homem dominava a si mesmo em todos os aspectos. Era controlado em seus afetos e sentimentos, era controlado em qualquer coisa que fizesse. Por isso não havia como punir o ser humano, pois não havia pecado.

O ser humano também tinha controle na sua maneira de se relacionar com o outro. O livro do Gênesis nos fala das figuras de Adão e Eva. Esses se relacionavam perfeitamente entre si antes do pecado. Além disso o ser humano tinha uma intimidade perfeita para com Deus.

Mas por que estou batendo tanto nessa tecla? É simples… Penso que é importante para nós sabermos como era a origem de tudo. É importante para nós sabermos que a sociedade perfeita, é uma sociedade sem pecado. É importante sabermos o que perdemos desde que o pecado entrou no mundo. E por fim penso que seja importante saber o que ganhamos ao lutarmos por uma vida em santidade e retidão.

A nossa luta pela santidade, não é em vão. Ao buscarmos uma vida reta aos olhos de Deus, estamos na luta para alcançar a justiça original, que não nos condena. Essa luta só terá fim ou quando Jesus voltar, ou quando nós formos até Ele. Entre quedas e vitórias, vale nossa luta, nosso esforço, que unido a força do Espírito Santo, poderá nos levar a essa vida de delícias, que o Senhor promete a todo aquele que permanecer nele.



De acordo com o dicionário da língua portuguesa, Vocação significa “Talento”. Para nós cristão, o significado de vocação vai bem mais além do que um simples talento. Em nossa enquete passada, com a pergunta: “O que você entende por Vocação?”, a maioria respondeu perfeitamente que “Vocação é um chamado de Deus para um caminho religioso, que é atribuído para desempenhar funções em nossa missão para a construção do seu Reino".

Vocação é um dom que recebemos de Deus para bem realizarmos nosso papel na evangelização de seus filhos, a cada um é dado um dom. Deus nos deixou 07 Dons: Sabedoria, Inteligência, Conselho, Fortaleza, Ciência, Piedade e Temor a Deus.

São Paulo, em sua carta aos Coríntios, cita alguns dos carismas que são provenientes dos Dons: “A cada um é dada à manifestação do Espírito para proveito comum. A um é dada pelo Espírito uma palavra de sabedoria; a outro, uma palavra de ciência, por esse mesmo Espírito; a outro, a fé, pelo mesmo Espírito; a outro, a graça de curar as doenças, no mesmo Espírito; a outro, o dom de milagres; a outro, a profecia; a outro, o discernimento dos espíritos; a outro, a variedade de línguas; a outro, por fim, a interpretação das línguas. Mas um e o mesmo Espírito distribui todos estes dons, repartindo a cada um como lhe apraz.” (I Cor 12,7-11).

vocacao04.jpg Todos nós nascemos com uma vocação, Deus nos dá a vocação de acordo com a nossa necessidade. Você deve estar se perguntando: “Sim, ele falou, falou, mas não disse qual é a minha vocação?”. Nossa vocação é revelada através do Espírito Santo. “Sim, certo, mas como o Espírito Santo irá revelar a minha vocação?”. É bem simples, através da oração, do jejum, do anúncio do Evangelho, da Sagrada Eucaristia e, principalmente, através do sacramento do Crisma. E através do Espírito Santo, somos capacitados para com nossa vocação seguir nossa missão, como construtores do reino de Deus.

“O Batismo , a Crisma e a Eucaristia são os Sacramentos da iniciação cristã, por isso, são a base da vocação comum de todos os discípulos de cristo, vocação à santidade e à missão de evangelizar o mundo. Conferem as graças necessárias à vida segundo o Espírito nesta vida de peregrinos a caminho da Pátria” (CIC 1533).

Tipos de vocação de acordo com o CIC:

  • Vocação da Humanidade: consiste em manifestar a imagem de Deus e ser transformada à imagem do Filho único do Pai. Esta vocação implica uma dimensão pessoal, pois um é chamado a entrar na bem-aventurança divina, mas concerne também ao conjunto da comunidade humana.
  • Vocação dos Leigos: é especifico dos leigos, por sua própria vocação, procurar o Reino de Deus exercendo funções temporais e ordenando-as segundo Deus.
  • Vocação para a Castidade: castidade significa a integração correta da sexualidade na pessoa e, com isso, a unidade interior do homem em seu ser corporal e espiritual. A virtude da Castidade comporta, portanto, a integridade da pessoa e a integralidade da doação.
  • Vocação para o Amor: Deus, que criou o homem por amor, também o chamou para o amor, vocação fundamental e inata de todo ser humano. Pois o homem foi criado á imagem e semelhança de Deus, que é Amor. Tendo-os Deus criado homem e mulher, seu amor mútuo se torna uma imagem do amor absoluto e infalível de Deus pelo homem.
  • Vocação para o Apostolado: toda a Igreja é apostólica na medida em que, por meio dos sucessores de S. Pedro e dos apóstolos, permanece em comunhão de fé e de vida com sua origem. Toda a Igreja é apostólica na medida em que é ‘enviada’ ao mundo inteiro; todos os membros da Igreja, ainda que de formas diversas, participam deste envio. “A vocação cristão é também por natureza vocação ao apostolado”. Denomina-se “apostolado” “toda a atividade do Corpo Místico” que tende a “estender o reino de Cristo a toda a terra”.
  • vocacao02.jpgVocação ao Casamento: a intima comunhão de vida e de amor conjugal que o Criador fundou e dotou com suas leis é instaurada pelo pacto conjugal, ou seja, pelo consentimento pessoal irrevogável. A vocação para o Matrimônio está inscrita na própria natureza do homem e da mulher, conforme sairão da mão do Criador. “A salvação da pessoa e da sociedade humana está estreitamente ligada ao bem-estar da comunidade conjugal e familiar”. “Esse amor é bom, muito bom, aos olhos do Criador, que é amor” (I Jo 4,8.16). E esse amor abençoado por Deus é destinado a ser fecundo e a realizar-se na obra comum de preservação da criação: “Deus os abençoou e lhes disse: Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a”. (Gn 1,28).
  • Vocação Sacerdotal: os que recebem o sacramento da Ordem são consagrados para ser, em nome de Cristo, “pela palavra e pela graça de Deus, os pastores da Igreja”. Por sua vez, “os esposos cristãos, para cumprir dignamente os deveres de seu estado, são fortalecidos e como que consagrados por um sacramento especial”. A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos continua sendo exercida na Igreja até o fim dos tempos; é, portanto, o sacramento do ministério apostólico.

E não podemos falar de vocação sem falar da vocação de Maria. Para ser a Mãe do Salvador, Maria “foi enriquecida por Deus com dons dignos para tamanha função”. No momento da Anunciação, o anjo Gabriel a saúda como “cheia de graça”. Efetivamente, para poder dar o assentimento livre de sua fé ao anúncio de sua vocação era preciso que ela estivesse totalmente sob moção da graça de Deus. E se tornou o modelo de vocação perfeita, através da unção do Espírito Santo.

Oração pelas Vocações

Senhor da Messe, Pastor do Rebanho,
Faz ressoar em nossos ouvidos
Teu forte e suave convite:
"Vem e segue-me!"
Derrama sobre nós o Teu Espírito,
Que Ele nos dê sabedoria
Para ver o caminho,
E generosidade para seguir Tua voz!

Senhor, que a messe não se perca
Por falta de operários!
Desperta nossas comunidades para a Missão!
Ensina nossa vida a ser serviço!
Fortalece os que querem dedicar-se ao Reino
Na vida consagrada e religiosa!

Senhor, que o Rebanho não pereça
Por falta de Pastores!
Sustenta a fidelidade de nossos bispos,
Padres, diáconos e ministros!
Dá perseverança a nossos seminaristas!
Desperta o coração de nossos jovens
Para o ministério pastoral em Tua Igreja!

Senhor da Messe e Pastor do Rebanho,
Chama-nos para o serviço de teu povo.
Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho,
Ajuda-nos a responder: "SIM". - Amém.

Projeto de Evangelização Anjos de Jesus

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

N° S° de Fátima



História

Três crianças, Lúcia de Jesus dos Santos (de 10 anos), Francisco Marto (de 9 anos) e Jacinta Marto (de 7 anos), afirmaram ter visto Nossa Senhora no dia 13 de Maio de 1917 quando apascentavam um pequeno rebanho na Cova da Iria, freguezia de Aljustrel, pertencente ao concelho de Ourém, Portugal.

Segundo relatos posteriores aos acontecimentos, por volta do meio dia, depois de rezarem o terço, as crianças teriam visto uma luz brilhante; julgando ser um relâmpago, decidiram ir-se embora, mas, logo abaixo, outro clarão teria iluminado o espaço. nessa altura teriam visto em cima de uma pequena azinheira (onde agora se encontra a Capelinha das Aparições), uma "Senhora mais brilhante que o sol".

Segundo os testemunhos recolhidos na época, a senhora disse às três crianças que era necessário rezar muito e que aprendessem a ler. Convidou-as a voltarem ao mesmo sítio no dia 13 dos próximos cinco meses. As três crianças assistiram a outras aparições no mesmo local em 13 de Junho, 13 de Julho e 13 de Setembro. Em Agosto, a aparição ocorreu no dia 19, no sítio dos Valinhos, a uns 500 metros do lugar de Aljustrel, porque as crianças tinham sido levadas para Vila Nova de Ourém pelo administrador do Concelho no dia 13 de Agosto.


Aparição de Nossa Senhora de Fátima representada num mosaico em Ironbound, um bairro português situado em Newark, New Jersey (Nova Jersey), nos Estados Unidos da América.

A 13 de Outubro, estavam presentes na Cova da Iria cerca de 50 mil pessoas, Nossa Senhora teria dito às crianças: "eu sou a Senhora do Rosário", e teria pedido que fizessem ali uma capela em sua honra (que atualmente é a parte central do Santuário de Fátima). Muitos dos presentes afirmaram ter observado o chamado milagre do sol, prometido às três crianças em Julho e Setembro. Segundo os testemunhos recolhidos na época, o Sol, assemelhando-se a um disco de prata fosca, podia fitar-se sem dificuldade e girava sobre si mesmo como uma roda de fogo, parecendo precipitar-se na terra. Tal fenómeno foi testemunhado por muitas pessoas, até mesmo distantes do lugar da aparição. O relato foi publicado na imprensa por vários jornalistas que ali se deslocaram e que foram testemunhas do fenómeno. Contudo, há testemunhos de pessoas que afirmaram nada ter visto, como é o caso do escritor António Sérgio, que esteve presente no local e testemunhou que nada se passara de extraordinário com o Sol, e do militante católico Domingos Pinto Coelho, que escreveu na imprensa que não vira nada de sobrenatural.

Posteriormente, sendo Lúcia religiosa doroteia, Nossa Senhora ter-lhe-á aparecido novamente em Espanha (10 de Dezembro de 1925 e 15 de Fevereiro de 1926, no Convento de Pontevedra, e na noite de 13 para 14 de Junho de 1929, no Convento de Tuy), pedindo a devoção dos cinco primeiros sábados (rezar o terço, meditar nos mistérios do Rosário, confessar-se e receber a Sagrada Comunhão, em reparação dos pecados cometidos contra o Imaculado Coração de Maria) e a Consagração da Rússia ao mesmo Imaculado Coração.

Anos mais tarde, Lúcia contou ainda que, entre Abril e Outubro de 1916, teria já aparecido um anjo aos três pastorinhos, por três vezes, duas na Loca do Cabeço e outra junto ao poço do quintal da casa de Lúcia, convidando-os à oração e penitência, e afirmando ser o "Anjo de Portugal".

Este anjo teria ensinado aos pastorinhos duas orações, conhecidas por Orações do Anjo, que entraram na piedade popular e são utilizadas sobretudo na adoração eucarística.

Salmo 49






1




¶ [Salmo para o músico-mor, entre os filhos de Coré] Ouvi isto, vós todos os povos; inclinai os ouvidos, todos os moradores do mundo,
2
Tanto baixos como altos, tanto ricos como pobres.
3
A minha boca falará de sabedoria, e a meditação do meu coração será de entendimento.
4
Inclinarei os meus ouvidos a uma parábola; declararei o meu enigma na harpa.
5
Por que temerei eu nos dias maus, quando me cercar a iniqüidade dos que me armam ciladas?
6
¶ Aqueles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas,
7
Nenhum deles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a Deus o resgate dele
8
(Pois a redenção da sua alma é caríssima, e cessará para sempre),
9
Para que viva para sempre, e não veja corrupção.
10
Porque ele vê que os sábios morrem; perecem igualmente tanto o louco como o brutal, e deixam a outros os seus bens.
11
O seu pensamento interior é que as suas casas serão perpétuas e as suas habitações de geração em geração; dão às suas terras os seus próprios nomes.
12
Todavia o homem que está em honra não permanece; antes é como os animais, que perecem.
13
Este caminho deles é a sua loucura; contudo a sua posteridade aprova as suas palavras. (Selá.)
14
Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará deles e os retos terão domínio sobre eles na manhã, e a sua formosura se consumirá na sepultura, a habitação deles.
15
¶ Mas Deus remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá. (Selá.)
16
Não temas, quando alguém se enriquece, quando a glória da sua casa se engrandece.
17
Porque, quando morrer, nada levará consigo, nem a sua glória o acompanhará.
18
Ainda que na sua vida ele bendisse a sua alma; e os homens te louvarão, quando fizeres bem a ti mesmo,
19
Irá para a geração de seus pais; eles nunca verão a luz.
20
O homem que está em honra, e não tem entendimento, é semelhante aos animais, que perecem.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008


Pouco antes de que concluísse o ano do 150º aniversário das aparições, o Comitê Médico Internacional de Lourdes (CMIL) reconheceu cinco curas como particularmente «extraordinárias». Estes casos fazem parte de outros muitos dossiês estudados desde 2004. As curas foram experimentadas por pessoas entre 40 e 69 anos.

Até agora se reconheceram apenas «67 milagres» entre as 7 mil declarações de cura apresentadas ao departamento médico do santuário desde 1883. Os casos foram apresentados em uma coletiva de imprensa realizada em 1º de dezembro, convocada pelo Comitê.

«Estes casos foram objeto de um diagnóstico profundo. Estas curas foram acompanhadas por uma transformação espiritual evidente», afirmou o professor François-Bernard Michel, que preside o comitê composto por cerca de 20 membros.

Os casos de curas extraordinárias respondem a critérios de observação clínica, com um exame dos dossiês por parte de especialistas internacionais, sobre fatos extraordinários que acompanham a evolução da doença. Para outorgar este reconhecimento se exige um «verdadeiro caminho de fé» associado à cura.

A Agência Zenit publicou em 6 de dezembro passado o testemunho de um dos curados, «Senhora B», que hoje tem 53 anos, curada de miopatia, libertando-se assim da cadeira de rodas. Outro dos casos foi experimentado por uma mulher, apresentada na coletiva de imprensa como «Senhora A», de 40 anos, que padecia de esclerose múltipla desde abril de 1993, e cujo estado estava se agravando seriamente até 2004.

«Em 20 de maio de 2004, durante uma peregrinação a Lourdes proposta por uma amiga, esta pessoa, que no início não era crente, constatou imediatamente nas piscinas o desaparecimento da impotência de suas pernas e outros sintomas. Desde então não experimentou nenhum outro problema de saúde. Os exames clínicos realizados em duas ocasiões pelos membros do CMIL se revelaram como totalmente assintomáticos», explicou o Comitê no comunicado entregue na coletiva de imprensa.

A declaração de um milagre não corresponde ao CMIL (que só reconhece o caráter inexplicável da cura no âmbito científico), mas à Igreja Católica, em particular ao bispo da diocese, que neste momento é Dom Jacques Perrier. A diocese declarará depois se estes cinco casos de «cura extraordinária» podem ser considerados como milagres.

«Sem dúvida alguma, estas pessoas estavam mal, ou muito mal: o dossiê médico testemunha. Tampouco se pode contestar que hoje estão bem e nada indica que a doença possa voltar.»
«Esta mudança de estado, que foi súbita, está ligada a Lourdes, com freqüência em uma peregrinação. Esta experiência inesperada mudou a vida destas pessoas, em todos os níveis, inclusive em sua fé, em seus compromissos com a Igreja e no serviço aos demais.»
«Estes são os fatos. Cada um é livre, depois, para interpretá-los. Não terão nunca uma evidência obrigatória», conclui o Comitê.

O ano do jubileu de Lourdes, encerrado nesta segunda-feira, solenidade da Imaculada Conceição, recebeu um número recorde de peregrinos: quase 9 milhões. Em 2007 tinham sido seis milhões.



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ZENIT

segunda-feira, 8 de dezembro de 2008



O Vaticano anunciou nesta terça-feira a realização de um simpósio no próximo ano por ocasião do aniversário de 150 anos da "Teoria da Evolução das Espécies", do cientista inglês Charles Darwin, um conceito que "jamais foi condenado pela Igreja católica", segundo o 'ministro da Cultura' Gianfranco Ravasi.

A palestra acontecerá em Roma, de 3 a 7 março de 2009, e discutirá o tema em relação ao "criacionismo" defendido pelos cristãos fundamentalistas, particularmente influentes nos Estados Unidos.

"Não há qualquer incompatibilidade entre a teoria da evolução e a mensagem da Bíblia", afirmou Ravasi, presidente do conselho pontificial para a Cultura.

"Não é a teoria da evolução, enquanto teoria científica, que é incompatível com a fé em um Deus criador, mas o fato de se fundamentar em elementos-chave da interpretação de toda a realidade", acrescentou Marc Leclerc, professor da Universidade Pontificial Gregoriana, entidade jesuíta que organizará o encontro junto com a Universidade de Notre Dama de do Estado de Indiana (EUA).

"Há muita confusão e se costuma opor o evolucionismo com o criacionismo. Para alguns, o 'desenho inteligente' de Deus explica os processos da evolução. A finalidade divina substituiria esse mecanismo (a evolução), apesar de se tratar claramente de dois níveis distintos", acrescentou.

"Queremos gerar um amplo debate a nível racional para favorecer o diálogo entre estudiosos com competências distintas. Trata-se de um encontro universitário e não de uma encontro católico", enfatizou.

Ravasi afirmou ainda que os Papas Pio XII, João Paulo II, assim como Bento XVI, se interessavam muito pela teoria da evolução.

Vaticano apresenta mensagem do Papa para o Dia da Paz 2009




Na Quinta-feira da próxima semana, dia 11 de Dezembro, será apresentada na Sala de Imprensa do Vaticano, a Mensagem papal para a 42.º Dia Mundial da Paz (1 de Janeiro de 2009), que tem como tema “Combater a pobreza, construir a paz”. A conferência de imprensa conta com a presença do Cardeal Renato Rafael Martino, presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, e do respectivo secretário, Arcebispo Giampaolo Crepaldi.

No dia seguinte, Sexta-feira, 12 de Dezembro terá lugar outra conferência de imprensa, esta para a apresentação de um documento da Congregação para a Doutrina da Fé – a Instrução “Dignitatis personae. Sobre algumas questões de bioética”.

Intervirão o Arcebispo Luís Ladaria, secretário da Congregação para a Doutrina da Fé; D. Rino Fisichella, presidente da Academia Pontifícia para a Vida; D. Elio Sgreccia, presidente emérito da mesma Academia e Maria Luísa Di Pietro, docente de Bioética da Universidade Católica italiana, em Roma e presidente da Associação “Ciência e Vida”.